Naquela noite de 12 de maio, vieram-me à mente os versos de Jorge Drexler, em "Polvo de Estrellas"
"Se aprende na escola,
se esquece na guerra,
um filho te volta a ensinar.
Está no espelho,
está nas trincheiras,
parece que ninguém parece notar.
Toda vitória é nada
Toda vida é sagrada"
Ernesto Cardenal, em meu ouvido, sussurrou baixinho seu "Canto cósmico":
"O que há numa estrela? Nós mesmos.
Todos os elementos de nosso corpo e do planeta
estiveram nas entranhas de uma estrela.
Somos poeira de estrelas."
Então, um homem, apenas, transformou-se em poeira de estrelas e a luz que irradiou cegou seus adversários, transformando aqueles 17,68 m2 em algo do tamanho de uma caixa de fósforos.
E Marcos venceu o Sport, em plena Ilha do Retiro. E virou lenda !
terça-feira, 12 de maio de 2009
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Respeito a carreira de Marcos e a superação que ele teve após tantas lesões. Acho sua trajetória e a de Clemer muito parecidas.Resumindo: falhas gritantes contrastando com jornadas heróicas.Sou grato ao Clemer por tudo assim como acho que a torcida palmeirense é grata a Marcos,mas se pudesse escolher, não queria nenhum dos dois no meu time.
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